sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Comemorações do Dia Nacional dos Castelos

Celebrações do Dia Nacional dos Castelos
Montalvão – 4 de outubro de 2014
PROGRAMA
11H00 – Casa do Povo de Montalvão, conferência:
* Rui Correia - Presidente da Direcção da Associação Vamos à Vila - “Abertura”
* Francisco Almeida - Presidente da Junta de Freguesia de Montalvão - “Boas Vindas”
* Doutora Ana Paula Amendoeira - Directora Regional de Cultura do Alentejo
* Dr. José Dinis Murta - “Montalvão, a Vila e o Castelo”
* Cor. Eng.º Francisco Sousa Lobo – Presidente da Direcção da Associação Portuguesa dos Amigos dos Castelos - “Montalvão, um castelo na fronteira”
* Doutora Ana Maria Paiva Morão - CLEPUL/Centro de Tradições Populares Portuguesas,
Universidade de Lisboa - “O Castelo de Montalvão e a Literatura Popular”
12H30 – Visita ao Castelo
15H00 – Escola Primária, abertura de duas exposições
Sala 1 – Montalvão, tradições, usos e costumes
Sala 2 – A presença da Ordem dos Templários em Portugal
17H30 – Igreja Matriz de Montalvão, concerto musical Ensemble de Cordas do Conservatório Regional de Castelo Branco, direcção do Prof. Nicolas Celis

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

MONTALVÃO: Exposição e homenagem ao professor António Pires Lopes


MONTALVÃO: Incêndio chegou às portas da povoação













O incêndio que deflagrou próximo da aldeia de Pé da Serra no dia 25 de Agosto e chegou a ameaçar a área urbana de Montalvão, deverá ter consumido uma área superior aos 407 hectares devastados pelos fogos no Alto Alentejo desde o dia 01 de Janeiro deste ano, de acordo com informações do Comandante Operacional Distrital de Portalegre, Luís Belo Costa, prestadas à Rádio Portalegre.
O fogo que deflagrou na 2ª feira, cerca das 15h00, chegou a ter duas frentes ativas e foi dominado pelos bombeiros por volta das 04h00, sendo que as operações de rescaldo foram iniciadas às 06h00.
Em declarações à RP, Belo Costa, revelou que as maiores dificuldades que os bombeiros enfrentaram para debelar as chamas foram o “vento forte” e os “acessos difíceis”.
O mesmo responsável referiu que as chamas ameaçaram a aldeia de Montalvão, destruindo vários anexos e barracões agrícolas, não havendo a registar a perda de casas utilizadas como primeira habitação.
O fogo chegou a ser combatido por 320 bombeiros auxiliados por mais de 100 viaturas, e três helicópteros e dois aviões bombardeiros.
As imagens foram obtidas a partir do monte da Senhora da Graça

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Amantes do Trail Running nos Trilhos de Montalvão








Quarenta praticantes de Trail Running de Portalegre, Nisa e outras localidades, deslocaram-se no passado domingo, dia 24, a Montalvão e aproveitaram para treinar e conhecer uma das zonas mais belas do concelho de Nisa e do Norte Alentejano, como reconhece João Correia, dirigente do Atletismo Clube de Portalegre.
"Belos trilhos os que vão de Montalvão ao rio Sever no circuito das azenhas/moinhos. Alguns bastantes técnicos e íngremes desafiaram hoje os cerca de 40 participantes no evento organizado no âmbito do ON 2: Trail Running no Alto Alentejo: Verão de 2014, com que vamos procurando multiplicar o interesse por esta fantástica modalidade desportiva. Deixamos um álbum com as fotos do evento para que se deliciem e motivem."

As fotos que publicamos são de Vitorina Mourato na sua página de Facebook  

segunda-feira, 19 de maio de 2014

OPINIÃO: Montalvão sem Médico

No fim da linha. Aqui, onde tudo termina. O país e a região. Montalvão, vila secular, com mais de 500 anos de história, situada no estremo do nordeste alentejano, ali entre o Sever e o Tejo, bordada por mil encantos, e abençoada com uma das mais belas paisagens deste interior esquecido, vivem (ou sobrevivem) cinco centenas de almas, na sua maioria idosos.
Nestes últimos anos, esta vila, tal como outras por esse interior fora, foram perdendo lentamente, a importância estratégico-militar que tivera outrora, com destaque para a posição geográfica dos seus castelos, de onde se avistava um vasto território inimigo, e que as tornavam em importantes praças vigilantes ao serviço da segurança do reino. Mas, como o inimigo passou a ser visto com outros “olhos”, o estado deixou de ver estas localidades como pontos essenciais da sua política territorial, abandonando-os à sua mercê.
Primeiro foi a emigração, que levou uma grande parte da mão-de-obra ativa para outras paragens, depois veio o encerramento da casa do povo, da escola primária e logo a seguir o fechou dos dois postos da guarda (GNR e Guarda Fiscal). Tudo aqui terminou. Restam os edifícios que serviram para albergar essas instituições e a memória dos que delas fizeram uso.
A população diminui, assustadoramente, levando consigo muitas atividades associativas, como o Rancho folclórico e a Banda de Música. Tudo aqui termina. Ficaram apenas as memórias daqueles que as poderem viver, sentir e amar!
Quando pensávamos que já não nos tirariam mais nada, pois então, como por arte mágica, deixamos de ter médico. Sem aviso prévio, para que a população não pudesse dizer nada, a um ato consumado.
Sim! O médico que vinha cá uma vez por semana, quando vinha, é certo, mas vinha, agora é nada. Quem quiser ir ao médico, que vá ao centro de saúde de Nisa (16 km) e alguns euros a mais, porque a extensão de Montalvão está esvaziada de funções. NÃO TEMOS MÉDICO!
A melhor solução até ao momento, para os casos de renovar as receitas dos medicamentos, faz-nos recuar muitos anos atrás, em que um administrativo vem recolher os pedidos dos utentes, para na semana seguinte vir a receita, assinada pelo médico. A burocracia cumpre o seu papel.
O concelho de Nisa que tinha ao seu serviço em 1999, uma equipa composta de 8 médicos e 15 enfermeiros em 10 extensões, a funcionar em pleno, agora tem 3 médicos e 12 enfermeiros, em 5 extensões a funcionar com limitações. Pergunto eu, o que aconteceu, entretanto? Para onde foram os médicos?
Pois se formos analisar os números, com maior detalhe, entre 1999 e 2011, constatamos que existem menos habitantes, e os que resistem, são mais velhos, portanto, necessitam de mais cuidados de saúde, como se pode conferir pelos números das consultas realizadas em 1999 e 2011:
Especialidades clinicas
Ano de 1999  
Número de consultas
Ano de 2011
Número de consultas
Medicina Familiar
29.855
29.070
Planeamento Familiar
664
317
Pediatria
1030
2026
Saúde Materna
129
167
Fonte : Pordata /INE 2014
Como se pode explicar que, sensivelmente, o mesmo número de consultas, possa ser executado por três médicos atuais, em vez dos oito de 1999. Algo vai mal, nestes números! Atualmente, cada médico tem, em média, a seu cargo 2483 pacientes, enquanto em 1999, tinham 1073 pacientes.
Precisamos de mais médicos, como é evidente! Um concelho tão grande, como Nisa, não pode e não deve ter ao seu serviço apenas 3 médicos, sejamos realistas.
Porque é que as autoridades locais não agem? A Junta de freguesia, concorda? E a Câmara Municipal e Assembleia Municipal?
Se for necessário lacem um abaixo-assinado, em prol da saúde desta gente, porque Montalvão precisa de “Mais saúde e melhor saúde”, não nos podemos resignar. Aqui, não pode acabar tudo, porque ainda existem pessoas e memórias. E fazem parte integrante de um país chamado Portugal!
E, sem pessoas e sem instituições, para que serve um território?
JOSÉ LEANDRO LOPES SEMEDO

quinta-feira, 17 de abril de 2014

MONTALVÃO: Lançamento de livro de José da Graça de Matos

"Os militares de Montalvão e Salavessa na Guerra do Ultramar" é o título do livro da autoria de José da Graça de Matos que vai ser apresentado ao público em sessão que decorrerá na Casa do Povo de Montalvão, no próximo dia 19 de Abril (sábado) com início às 11 horas.

domingo, 23 de fevereiro de 2014

Serviço de barcaça pode substituir ponte entre Cedillo e Montalvão

Uma barcaça do tipo da que se mostra na imagem pode ser a solução mais imediata para as necessidades de comunicação na zona raiana entre Cedillo e Montalvão, segundo anunciou em Madrid o segundo vice-presidente da Diputación Provincial de Cáceres, Saturnino López Marroyo, após uma reunião que manteve juntamente com a presidente da Câmara Municipal de Nisa com gestores responsáveis do programa europeu POPTEC.
O dirigente estremenho explicou que ideia é evitar assim a construção de uma ponte – um investimento estimado em cerca de 7 milhões de euros – que está inviabilizada no quadro da Lei de estabilidade Orçamental.
A colocação em funcionamento da barcaça contribuirá também para “salvar o rio Sever” e será acompanhada de um plano de melhoria das estradas na zona da serra de São Pedro que pode chegar aos 4 milhões de euros, do qual uma primeira fase já está em execução.
De acordo com as declarações de Saturnino López Marroyo, a entrada em funcionameno da barcaça será além do mais um atractivo turístico adicional para trazer visitantes à zona e a Diputación de Cáceres vai-se manter em contacto com Câmara Municipal de Nisa sobre a evolução deste projecto.
in http://noticiasdecastelodevide.blogspot.pt